Diário de Escrita #11: Haha, eu sou um gênio (só que não)

Depois de mais de uma semana sem nenhum tão aguardado Diário de Escrita, aqui estou!

Deixa eu te explicar o que houve para eu abandonar meu blog assim (entenda que agora meu blog é atualizado mais frequentemente, graças ao meu super livro). Pega um pote de pipocas e um guaraná e leia este lindo post (eu juro que ia escrever “poste”) junto comigo. Não, pera.

Tudo começou com um relógio esquisito/grudou no pulso dele vindo lá do infinito/(…)/É O BEN 10! BEN 10! OMG! quando eu enrolei UMA SEMANA E TRÊS DIAS pra escrever o capítulo VII do livro. Na verdade, eu até escrevi umas mil e poucas palavras. Eu disse que era pra tu sentar? Opa, quem usa o computador em pé? HUEHEUEHEUHEUEHE

Ok, vou me concentrar agora.

No sábado retrasado (26/01) eu comentei aqui que havia terminado o capítulo VI do meu livro, certo? Pois bem, só fui começar realmente a escrever o VII na terça ou quarta-feira, não tenho certeza. Eu comecei a redigir lá o texto maroto, só que o bagui começou a (adivinha?) se desviar da ideia do livro, e até eu (!!!!) fiquei confuso com o que tava rolando. Resumindo, eu escrevi algo tão aleatório e confuso que me deu um nó no “cébro”. Ah, esqueci de mencionar o fato de que estava desde quinta-feira sem tocar no Word. Tá, na verdade ontem eu havia escrito um parágrafo, mas whatever.

Então.

Tem uma coisa muito estranha que acontece comigo, não sei se acontece com todos que escrevem ou já escreveram algum livro. Tem uma hora que meus personagens simplesmente criam vida. Por exemplo, digamos que eu esteja escrevendo um reboot de “João e Maria”. Digamos que eu queira que o João não siga os pãezinhos no chão e queira, sei lá, tocar bateria.

DSCLP, Maria, mas hoje eu quero é tocar batera!

João e Maria antes da decisão do lado másculo da dupla dinâmica.

DO NADA, ele decide se voltar contra tudo que existe no mundo e sequestra a Maria porque quer os pães de ló daquela casa e, com o dinheiro da venda ilegal de pães de ló, ele compre sua desejada batera. Ok, não sou uma pessoa estranha, já vou chegar ao meu ponto.

É isso que acontece em meu livro, toda hora. Eu decido que vou fazer um determinado personagem falar com alguém, mas no meio da história ele toma o controle e decide falar com outra pessoa. Entendeu? Não? Tá certo, vou desenhar para vocês entenderem melhor.

Meu lindo desenho feito no Paint.

Meu lindo desenho feito no Paint.

Como vocês podem perceber pelo meu habilidoso desenho feito no Paint (não o usava há muitos milênios!), há três pontos na imagem: AB C. Nesse caso, o que eu quero fazer no livro está na reta entre o ponto A e o ponto B. Porém, no meio do caminho o meu personagem cria vida e vai até o ponto C.

Ufa, expliquei tanto por uma mísera parte em meu texto.

Minha história tava confusa demais, então fiz uma coisa que assustou mamai: excluí tudo o que tinha escrito no capítulo VII até então. Na verdade, eu faço o seguinte com o conteúdo “excluído” do meu livro. Copio e colo num outro documento do Word e salvo com a dominação “Excluído_X” (além de colocar uma senha, porque nunca se sabe se alguém pode vir até aqui e roubar meu HD, né?). Ó minha pasta de arquivos:

MUITOS ARQUIVOS (CRIPTOGRAFADOS)!!

MUITOS ARQUIVOS (CRIPTOGRAFADOS)!!

(Eu tinha de arranjar uma oportunidade pra mostrar-lhes que agora uso o Windows 8, eu tinha)

Resumindo tudo: hoje (ou ontem, já são meia-noite) eu reescrevi metade do capítulo VII, muito mais inspirado e direto ao ponto do que o antigo capítulo VII. O bom de tudo isso é que, caso eu queira reutilizar aquela parte, ela estará me esperando no arquivo de 23 KB “Excluído_2”.

Linda história, né? Calma, ainda não terminei.

Pelo que escrevi hoje, nosso querido protagonista descobriu o nome do país (OMG) em que ele vive. É um país fictício de nome em latim (latim no coração). Não vou revelar agora, mas é parecido com o nome da cidade principal, que é Altus.

Aqui está meu relatório (haha, não esqueci):

Número de páginas escritas nos dias: 2 páginas

Número total de páginas escritas até o dia: 33 (aproximadamente 66 páginas no tamanho final)

Número de palavras escritas nos dias: 1099 palavras 

Número total de palavras escritas até o dia: 20985 palavras

UFA, QUE POST LONGO. Mas é isso, beijo me liga.

PS: Me desejem uma semana sem procrastinação, porque o negócio tá difícil!

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3 comentários sobre “Diário de Escrita #11: Haha, eu sou um gênio (só que não)

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