Já chega. Funk não dá mais pra engolir.

ATENÇÃO: Esta postagem apresenta críticas negativas contra o estilo musical Funk (o brasileiro). Caso escute frequentemente e goste do estilo, recomendo não ler as linhas a seguir. Isso economiza seu tempo e suas mãos caso queira ficar de mimimi nos comentários e, consequentemente, o meu tempo gasto em aprovar e responder este comentário negativo. Não diga que não avisei.

ATENÇÃO²: O texto abaixo é de caráter completamente opinativo, ou seja, mesmo que eu odeie o Funk brasileiro e que fale mal como se não houvesse amanhã, tenho respeito absoluto por quem ouve/gosta do estilo musical. Caso não entenda que as linhas abaixo constroem minha opinião acerca deste tema, e não aceite que alguém fale mal de algo que você aprova, recomendo fechar a aba/janela imediatamente e ir ler outra coisa. A vida é bem melhor quando você não se estressa com jovens autores.

O Brasil tem vários motivos para me deixar envergonhado. Seja pelos impostos altos sobre qualquer coisa que exista e que possa ser comprada neste lugar, pela corrupção tão presente em nosso dia-a-dia, ou até mesmo pelos “da lajeanos”. Mas o que realmente me envergonha de morar neste país é ter como o “estilo” musical mais ouvido e espalhado por todo o canto o Funk.

É bem complicado publicar um artigo na Internet sobre algo que é tão idolatrado pelos brasileiros (menos eu e meus amigos mais íntimos; acho que estão pegando o “modo Gabriel de ser”), primeiro porque temos que tomar cuidado para não falar besteira demais e ser sequestrado quando estiver fazendo uma caminhada matinal; segundo porque temos que nos preparar para se deparar com várias reações de diferentes pessoas: umas podem xingar você e sua família inteira em ordem alfabética, e outras vão concordar com você e te seguir nas redes sociais. Talvez até se transformar em um ídolo para elas. Mentira, isso nunca vai acontecer comigo.

Voltando ao assunto.

Para quem não é daqui, “Funk” é uma música super agradável à la anos 80. Aqui, “Funk” é um estilo musical que tem como principal característica a batida repetitiva, irritante e sem criatividade que é TCHU TCHA TCHA TCHU TCHU TCHA, além de todas as músicas terem como tema a relação sexual (me sinto como um autor de 55 anos escrevendo um livro de biologia para crianças que estão cursando a 4ª série; mas como sempre é bom deixar uma imagem positiva utilizando-se de termos cultos e corretos, vamos chamar de “relação sexual” mesmo), e serem preenchidas das palavras do mais baixo calão (ou para quem não entendeu, “palavrões”), ao mesmo tempo em que frases contendo o sexo e o palavrão são repetidas um milhão e meio de vezes afim de passar-se a ilusão de “música”, apenas por ter uns três ou quatro minutos, ter um ritmo e ter uns efeitozinhos de fundo.

Acho que se as pessoas que apreciam o “estilo” (com aspas mesmo) musical tivessem por perto fones de ouvido, não odiaria tanto assim o Funk brasileiro. O problema é que toda pessoa que ouve Funk insiste em escutar sem fones de ouvido, dividindo assim a música chula com as pessoas à sua volta.

Tá, vou dar uma ajudinha pra quem não tem ideia do que estou falando ou então pra quem não é daqui do Brasil (alô galera de Portugal!).

As letras dos Funks são basicamente assim:

Senta na ******, senta, senta na ******! (2x)

TCHU TCHA TCHA TCHU TCHU TCHA (80x)

Quero sentar, quero sentar! (5x)

TCHU TCHA TCHA TCHU TCHU TCHA (80x)

*Gemidos* (7x)

Senta na ******, senta, senta na ******! (2x)

TCHU TCHA TCHA TCHU TCHU TCHA (80x)

DIOU!

TCHU TCHA TCHA TCHU TCHU TCHA (80x)

*Gemidos* (7x)

Já tô sentando na ******!

TCHU TCHA TCHA TCHU TCHU TCHA (2x)

Já tô sentando na ******!

DIOU!

Mais ou menos assim. Não entendeu o “diou”? Vai no YouTube e procura por um Funk qualquer. Com certeza vai ter algo com esse “gritinho”. Ou então, você pode assistir o vídeo abaixo, cedido gentilmente por uma pessoa que vai ter sua identidade preservada.

Sobre o vídeo acima: o Brasil realmente está perdido. Preciso urgentemente morar em outro lugar.

As pessoas que curtem esse tipo de “música” geralmente sabem que ninguém mais consegue engolir o Funk e ainda perguntam o porquê disso, como esta criatura do pântano:

Típica criatura que sabe que aquilo que gosta é ruim mas insiste em continuar gostando da coisa. Pobre garota.

Eu responderia algo assim: “POR QUE? HAHAHAHA“. Ainda bem que as pessoas que responderam à pergunta deram respostas bem melhores do que uma simples frase irônica. Clica aqui pra ir à página da pergunta, já que estou com preguiça de tirar mais prints.

Continuando.

Pra concluir minha ideia e opinião sobre o Funk, gostaria que você que não leu os avisos lá em cima do post e que gosta do estilo musical pensasse por um minuto o que de bom o Funk tem. Apologia à drogas, prostituição, crime e outras coisas que não são nada bonitas? Ser mais um adendo à concepção que os estrangeiros têm de que o nosso país só é habitado por prostitutas e cafetões? Hein, o que de bom o Funk tem? Se você conseguir responder à esta questão com argumentos realmente concretos e construtivos, comente. Se for uma resposta realmente digna, eu nunca mais critico ninguém neste blog. Talvez até pare de postar.

Sinceramente, acho que isso não vai acontecer. Funk brasileiro é apenas o resultado da equação que é apologia à prostituição + apologia às drogas + apologia ao crime + palavreado chulo + ritmo repetitivo e irritante. Ou seja, nada de bom.

Poderia ter falado muito mais a respeito deste tema, mas acho que já falei o suficiente.

Se você, mesmo depois de ler este post, ainda acha que o Funk é algo que “dá futuro”, pelo menos compre um fone de ouvido e escute sua musiquinha sozinho. Assim você poupa quem não quer ouvir estas pérolas.

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33 comentários sobre “Já chega. Funk não dá mais pra engolir.

  1. Gostei de tudo o que você disse sobre o funk. Antigamente as músicas eram todas românticas: elogiavam as mulheres… algumas até tinham letras pedindo perdão, pedindo para voltar. sentindo saudades… Hoje em dia as músicas só sabe, é xingar as mulheres, chamar de cachorra, cadela.

    realmente: uma vez ouvi dizer sobre a origem do Funk e fiquei sabendo que o Funk verdadeiro NÃO TEM NADA A VER com o Funk que se houve por aqui no Brasil (se bem me lembro uma matéria especial de um telejornal falando sobre os 40 anos de existência deste ritmo.

    Coisas que odeio este tipo de música (no Funk):

    1) Ritmo – uma batida que dói os ouvidos da gente.
    2) Letra – NÃO tem letra (basta inventar qualquer coisa que mencione sexo, drogas… e inventar uma palavra de um silaba que se repete, colocar em cima de uma batida qualquer (desde que seja destes que “estoura” os ouvidos da vizinhança), arrumar umas “muié” “siliconadas” e pagar para elas ficarem rebolando…)
    3) Quando passa carro com um som ou quando alguém está com um som seja de casa ou de carro (parado perto de casa) lá nas alturas… num volume que acho que até quem é surdo ouve.

    certa vez na casa de minha irmã fomos obrigados a ouvir esse tipo de “lixo sonoro”, tinha umas que até falava fazendo apologia, (para não citar o nome) ao “rei” do inferno. dava até vontade de soltar uma bomba na casa de quem estava tocando estes “Lixos”.

    Outra coisa: Se vê muita criança dançando e rebolando imitando estes funkeiros (nós adultos sabemos muito bem o sentido daquelas “dancinhas” mas as crianças não sabem, e muitos pais e mães ainda acham graça e bate palma, filma.. as crianças “dançando” e cantando este tipo de música (se é que pode se chamar de música). Depois, se algum tarado sequestra uma criança dessas e fazem o que quer, vão achar ruim… depois reclamam porque é que tem muitos tarados por crianças (crianças dançando Funk, é como se, mesmo sem saber, mas é como se tivesse pedindo prum tarado pegar e fazer tudo aquilo que faria até mesmo com uma pessoa adulta.

    sei que meu comentário já está grande, mas só mais um detalhe:

    Hoje em dia esse tipo de música pode xingar a mulher de tudo que é palavrão, e as mulheres que gostam de funk até adoram… mas vai chamar uma mulher de cachorra, vagabunda… como se ouve nestes “lixos sonoros” pra ver o que ganha… elas vão direto te denunciar pra policia…

  2. cara na boa, acho que vc foi um pouco quanto carnal. Não e porque você detesta essas musicas q em certas ocasiões ouvi, vc irá GENERALIZAR ja que o funk possui MUITOS TIPOS, dentre os quais esta o tipo q mencionou acima (tenho q declarar), mas existe muito mais por trás do FUNK, na qual existe estilos em que apenas querem retratar os seus sentimentos para a sociedade ( em transe- mc leo da baixada- exemplo), e outros que falam de carros, motos, luxo, onde nao ha nada de mal nisso para ninguém. Logo podemos constatar q e uma pessoa onde nao avalia os temas como um todo e sim so aquilo q lhe chega no cotidiano, sem fazer pesquisas sobre o assunto. Concluindo, minha opinião sobre vc e q és um ALIENADO q so fala aquilo q os outros dizem.
    UMA DICA: antes de digitar merda na internet fecha o cu.

    • Oi Emanuel, tudo bem?

      Então, cara, este post retrata a minha opinião na data de publicação, ou seja, lá em 2011. De lá pra cá muita coisa mudou: eu cresci, amadureci minhas ideias um pouco, e hoje em dia não sou mais tão crítico com os gostos alheios, muito embora ainda mantenha a minha opinião negativa a respeito do funk. Me chamar de alienado é uma coisa risível, devo dizer, porque, novamente, o texto acima se trata da minha opinião. Opinião pessoal, entende? Pelo visto você gosta de funk, certo? Então, seguindo o seu raciocínio, você também é um alienado, porque com certeza prefere o funk a outros estilos musicais. Viu como o que você disse não faz sentido?

      Sim, eu realmente generalizei, até porque, Emanuel, a maioria do funk que se vê por aí trata apenas das coisas que mencionei no meu texto. São letras fúteis, repetitivas e que não me agradam, porque, mais uma vez, essa é a minha opinião. Emanuel, eu tenho conhecimento dos raros subestilos de funk que fazem uma crítica à sociedade, abordam temas interessantes e que fogem da futilidade dos demais, mas se você reler o meu texto perceberá que não falei, em momento algum, desses poucos funks “bons”. De qualquer maneira, o estilo musical não me agrada. A batida não me agrada. E, pela milésima vez, é a minha opinião.

      Agora, Emanuel, uma dica: tenha um pouco mais de respeito ao comentar. Não fui desrespeitoso no texto, não me dirigi a ninguém; tudo o que eu fiz foi dar a minha humilde opinião. Sarcasticamente? Sim, mas ainda assim é a minha opinião. Quer se opor a isso? Cara, você tem todo direito de não concordar comigo, de se expressar aqui nos comentários; é pra isso que o campo de comentários serve, pra início de conversa. O que você precisa entender é que me mandar “fechar o c*” antes de digitar “m*rda na internet” não vai te fazer melhor do que eu, e muito menos vai fazer eu mudar a minha opinião. Vamos ter um pouco mais de respeito, ok?

      Abraços,
      Gabriel.

  3. Cara na minha opinião Funk é igual crack, ou seja o lixo do lixo!
    Certa vez eis que chega em minhas mãos o material funk trazido por um amigo que ganha a vida como DJ, passei então a garimpar o material para ver se havia ali algo que quebrasse de vez minha forma de ver os ninos, e cheguei a conclusão que não dááááá…

  4. Gabriel gostei desse seu post ia falar que merda é a mesma coisa que funk mais ai já é sacanagem com a merda neh?
    abrao marcelo

  5. olha eu tenho 16 anos e amo o funk e tudo que ele proporciona o sexo a bebida e tudo mais e penso que cada um tem a sua cabeça para decidir o que quiser

  6. Sinto vergonha de ser brasileira, os estrangeiros pensam que no brasil só tem cafetões e prostitutas como tu disseste no texto, nenhuma das mulheres frutas tem moral para representar as mães de família. O funk está acabando com a família brasileira, à disciplina da sociedade e o interesse dos estudos por parte dos jovens, já que, no funk as palavras são erradas, um funkês=português mal falado+funk, que só eles entendem.

  7. Na moral, cara, funk carioca(que provavelmente derivou de um estilo de música brega chamado Miami Bass) é uma porcaria, só fala de coisas altamente obscenas, incentiva o crime e desmoraliza as mulheres, além de sujar o nome do verdadeiro funk(mistura ), que surgiu nos EUA e foi idealizado por personalidades como James Brown(1933-2006) e até mesmo teve adeptos brasileiros, como Tim Maia e Ed Motta. Funk carioca não é música, é estrume sonoro que só pessoas sem senso crítico ouvem. E diante das verdades incontestáveis sobre o funk carioca, os funkeiros imbecis têm como bode expiatório os roqueiros e dizem frases toscas como “rock é lixo”, “roqueiro não pega mulher”, “rock é do capeta”, tudo porque eles não conseguem se conformar com a verdade. E o que é esse estrume sonoro que só imbecis de cabeça oca ouvem? Coisa de Deus?! Uma música que só fala de coisas obscenas, incentiva o crime e a prostituição e ainda vulgariza as mulheres só pode ser do capeta mesmo. Prefiro o funk americano mesmo. o Rock merece o meu respeito, já o funk carioca, só merece ir pra PQP mesmo.

    • boa Saulo, falou tudo. E o maior culpado por isso tudo é o dj marboro, ele que espalhou essa praga por todo Brasil, ele é assassino do funk

  8. Acho que sei porque é que nao consigo entender o funk: todas as tentativas para compreender o portugues (falado e escrito) dos funkeiros saem furadas (e esta seccao de comentários é bem explicita disso).

    Fora isso, ah sei lá, poderá ser porque valeskas, creus, cratas, popuzudas e mulheres friuta sao uma merda!? nao sei, nao me parece ser uma conclusao difícil de atingir, mas tá…

    PS: Infelizmente é verdade, gringos (e nao me refiro apenas a 1 nacionalidade específica) tem a ideia de que (infelizmente) o Brasil é terra de idiota, sexo fácil, pessoas compráveis, e fuga às responsabilidades. E outra, conheco muito brasileiro que sente também vergonha por tudo isso… Acorda Brasil, tens potencial, por favor acorda!

    Abraco

    • Realmente, fico muito triste e envergonhado com a imagem que os estrangeiros têm sobre o Brasil. É complicado, mas espero que um dia possamos provar que não somos idiotas, pessoas compráveis com sem responsabilidade. Obrigado pelo comentário! Você é de Portugal, certo? XD

  9. olha aki mane o funk é um estilo musical brasileiro em que muitas pessoas ouvem por isso se vc num gosta desse genero musical apenas respeite pois nois num temos vergonha em dize que somos funkeiros e sim orgulho de dizer isso e recomeçando nao é tdas as musicas que se fala esse tipo de besteira entao pelo menos respeite se for o caso de num gosta! (nao me leve a mal apenas qro respeito pois eu curto funk e nao vejo problems”eu ouço no fone sim” ) bgd e desculpa se vc num gostar do que eu falei.

    • Olha aqui, uma coisa é opinar, outra é me agredir. Me chamar de “mané” no MEU blog? Não dá, cara! Eu até poderia falar algo respeitoso (ou desrespeitoso) a você, mas simplesmente é esse o cérebro dos funkeiros. Não leu o aviso no início do post? SE GOSTA E SE SENTE OFENDIDO, nem perca seu tempo lendo. E é a minha opinião; cada um tem a sua.

      • me desculpe pelo palavriado. mas aviso nenhum me segura de ler o que me ofende e o q nao me ofende . bem nao vou perder mais tempo escrevendo aki e sim vo gasta meu tempo numa coisa q interessa q é o meu blog de funk . desculpa pelo mane e boa sorte nesse blog

    • Respeitar uma música que só fala de putaria, defende os bandidos e chama as mulheres de nomes obscenos isso eu nunca vou fazer. Estou de acordo com o autor do texto e foda-se você funkeiro idiota!!

    • Vc nao tem vergonha de dizer que e funkeiro? Idai nos temos vergonha de pessoas como vc e tem mais leia o aviso antes de comentar idi.ota!

  10. realmente o funk não é um estilo musical que contém letras “favoraveis” aos nossos ouvidos, porém ainda existem alguns funks que é uma pequena minoria que contem letras “decentes” e que tem um ritmo legal, portanto nem todos os funks estão relacionados a sexo, apologia à prostituição, apologia às drogas e etc. como vc disse acima!

  11. Kara pk vx kritikou o funk? Soh pk vx n gostah n signifikah k os outros n poxao gostar…
    Hmm… Nunca ouvi Funk daí… Ou secalhar até já ouvi… Nem sei o_o Mas parece ser mesmo mau huahuahuahuah
    Saudações alianistas digo, Portuguesas.

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