Falta de inspiração, eu te amo!

Estou decepcionado comigo mesmo. Não estou conseguindo escrever nada que realmente preste há duas ou três semanas. Tanto é que os últimos posts do meu querido e abandonado blog não foram lá essas coisas (exceto o último, que achei que ficou bem legalzinho), ou contendo assuntos nem tão interessantes para a “grande massa” de visitantes.

Gostaria de pedir milhões e milhões de desculpas por não estar postando tanto, ou quando eu posto, não vale realmente a pena. Como já disse num post aí, estou passando por um momento “difícil” em minha vida de blogueiro: a inspiração simplesmente não vem. Parece que fiz algo com ela, porque tá difícil.

E essa falta de inspiração está saindo da barreira internética e indo até para lugares onde eu necessito escrever.

Algo assim aconteceu na semana passada. Foi na terça-feira, eu acho.

Estava eu em minha querida e tão amada por mim escola (fui irônico), quando descubro que a professora de português faltou, pra variar. Com a falta da mulher, a coordenadora do colégio resolveu atazanar a gente, nos obrigando a escrever uma redação sobre a amizade. Caso me conheça realmente, ou pelo menos me acompanhe desde julho, já deve imaginar no quão “feliz” fiquei com o tema da redação proposta pela coordenadora. E caso esteja vindo do Google ou de outro site aí, só entenda que eu odeio temas “melosos” assim e que simplesmente não consigo desenvolver algo bom. E não, não é que eu não tenha amigos ou não goste da amizade, só acho que escrever sobre isso é meio chato.

Bem.

A tal coordenadora falou que a gente tinha que escrever essas redações porque não sei o quê ia acontecer na escola e que os pobres estudantes tinham que ser explorados pra redigir um texto “meloso” nossos textos seriam aproveitados. Ou ela não falou isso, sei lá. Não prestei atenção.

Após ela explicar o que queria que a gente fizesse e mandasse cada um arrancar uma folha do caderno, como de praxe, comecei a tentar escrever pelo menos alguma coisa do tema que ela propôs. Perceba: falei “tentar”.

Quebrando totalmente o desenvolvimento do post, vou colocar uma imagem aleatória pra ilustrar o texto e não deixá-lo tão cansativo, já que não tenho nehuma imagem sobre o assunto para pôr aqui. Repito: imagem aleatória.

Imagem totalmente aleatória encontrada na primeira página de resultados de pesquisa do termo "aleatória" no Google Imagens.

Depois dessa pequena pausa para algo completamente aleatório e nada a ver com o assunto do post, deixa eu continuar minha historinha sobre inspiração.

Paramos onde eu comecei a tentar desenvolver uma redação.

Enquanto a grande minoria da classe (leia-se: três ou quatro pessoas, o resto é um bando de vagabundos) escrevia feito loucos com dor no pâncreas, eu estava lá, com a lapiseira na mão, olhando fixamente para a folha sobre a mesa.

Esqueci de mencionar que essa folha já estava preenchida com um parágrafo da redação já escrita por mim em outro dia, mas isso não importa tanto.

Li e reli um zilhão de vezes o parágrafo já pronto, tentando “pegar o fio da meada” para continuar a desenvolver minha tocante redação.

Finalmente escrevi uma besteira qualquer, somando umas dez linhas ao parágrafo de cinco que já tinha escrito, e entreguei à mulher.

Para o meu espanto (mentira), a coordenadora diz algo como: “O quê?? Só isso de redação? E logo você? O que tá acontecendo???”.

Antes de continuar, gostaria de contar algo sobre a minha “carreira escolar”. Sempre fui um ótimo aluno (modéstia à parte), então os diretores/professores que já conheço há mais tempo ficam, digamos assim, “pagando pau” pra mim. Além disso, todo mundo da minha classe acha que sou um grande nerd que não faz mais nada além de estudar, então toda vez que deixo de fazer algum dever escuto gente falando: “O Gabriel não fez?? Óóó!!”.

Foi por isso que a tal coordenadora ficou tão surpresa que escrevi “apenas” 15 linhas de redação.

Meio sem graça, respondo: “Estou sem inspiração”. Quase, mas quase mesmo, completei a frase com: “Igual no Apple Boyster, não posto lá há um tempão”. Ainda bem que o meu cérebro me avisou que naquele ambiente de ensino apenas duas pessoas conhecem e visitam nem-tão-regularmente-assim o meu blog, então se falasse isso a mulher iria ficar com cara de interrogação (você entendeu o que quis dizer com “cara de interrogação”).

Pelo menos ela aceitou essa redação meia-boca.

Esse episódio foi só mais uma prova de que quando estamos sem inspiração, não há nada que se possa fazer para ela voltar; apenas esperar.

Estou começando a ficar realmente agoniado com isso. É difícil ficar sem ideias na cabeça quando o seu blog está começando a crescer.

O que tenho a dizer pra vocês é que o blog vai ficar meio paradão assim até a minha inspiração voltar. Podem haver postzinhos curtos uma vez ou outra, mas na grande maioria dos dias não vou conseguir escrever nada.

Então é isso, povinho. Consegui escrever um bom post, em minha opinião. E grande, até.

Só espero que minha inspiração volte totalmente na próxima semana. Ou vou ter que partir pra faca.

Anúncios

2 comentários sobre “Falta de inspiração, eu te amo!

Gostou do que leu? Comente!

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s