Descanse em paz, Jobs.

21h da noite de ontem, dia 05 de outubro. O jantar acabou de ser servido. Todos em casa já haviam comido suas respectivas refeições e esperavam a comida digerir assistindo ao Jornal Nacional na sala de estar. As notícias que já estamos cansados de ouvir, sobre assaltos à estabelecimentos comerciais, tiroteios no Rio de Janeiro, ônibus sendo queimados e chuvas que alagaram todo a região do Sul continuam pipocando na tela.

Até que Fátima Bernardes anuncia uma notícia que me engasga, me deixa paralisado por alguns segundos e logo após me deixa perplexo, não acreditando no que acabou de ser anunciado como última notícia no jornal mais assistido no país: Steve Jobs, um dos caras que mais me inspirou nessa minha curta vida de adolescente, acabara de falecer em sua casa, vítima de um câncer de pâncreas que há anos o atormentava. Você já deve ter imaginado o quão abalado fiquei no resto da noite.

Essa notícia me chocou tanto que eu tive que interromper a “linha de produção” do meu mais novo post que publicaria aqui hoje, falando sobre as pessoas que não se comportam bem na Internet, vulgo “da laje”.

No momento em que recebi a notícia, como descrevi na introdução deste triste post, estava sentado casualmente junto à minha família diante da televisão, conferindo o que há de novo no Brasil e no mundo. Não estava no computador – na verdade tinha acabado de desligá-lo –, e como a notícia foi dada já no fim do noticiário, pouco sabia sobre o assunto. Tive que arrancar – literalmente – o notebook de minha mãe para descobrir o que realmente aconteceu com um dos maiores gênios da atualidade e cofundador da empresa que mais gosto no mundo.

Mas este post não é para falar sobre como aconteceu a morte de Jobs ou mais um de milhares de artigos que estão circulando por aí hoje, mostrando figuras como Bill Gates e Barack Obama comentando o falecimento deste grande gênio. Quero somente desejar (o que é meio impossível, visto que nesta hora ele já deve estar lá em cima) que Steve descanse em uma gloriosa e verdadeira paz.

Como um monte de gente está comentando por aí, se não fosse Steve, os smartphones que carregaríamos nos bolsos de nossas já velhas calças jeans seriam os pré-históricos e extintos Palmtops, que tanto me fascinavam há uns 10 anos atrás. Se não fosse por Steve Jobs, nunca veríamos coisas tão incríveis e maravilhosas como são o iPhone e o iPad, que tão revolucionaram o mundo que muitas empresas copiam estes produtos descaradamente e seus respectivos CEOs (presidentes) tentam descobrir o que faz com que a Apple seja o que é hoje. O que fazia isto era Jobs.

Nunca pensei que ficaria tão triste pela morte de uma pessoa que nem sequer conheci.

Steve, sentiremos muito a sua falta.

Steven Paul Jobs

24/02/1955 – 05/10/2011

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4 comentários sobre “Descanse em paz, Jobs.

  1. Fiquei triste com a noticia tambem.
    quando vi a noticia logo pensei em falar com voce.
    mas pelo menos deu tempo de ele apresentar o 4S…

  2. Muito bom!!! caramba!! a cada dia me surpreendo mais com você! Teu amor, teu caráter, tua bondade!! me orgulho de você e creio que alguém muito importante lá no céu também. Maravilhoso!! Isso mesmo meu amigo cresça a cada dia mais, vou te ver no lugar que você sonha, pode ter certeza. Te amo!!

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