Formatando o PC – Parte IV

Mais uma vez estou de volta nessa grande e interminável “saga” contando as minhas desventuras em série (não é um nome de um filme?) que ocorreram na formatação mais recente de meu micro (haha, primeira vez que utilizo essa expressão na Internet).

No “episódio” anterior, vocês viram que coloquei o meu PC para instalar o Windows 7 novamente, já que na tentativa anterior (mencionada na Parte II) um “apagão” ocorreu no condomínio onde moro. Também viram que havia me esquecido de formatar o meu HD, e que por este motivo uma pasta denominada “Windows.old” apareceu magicamente em meu PC “novo”, e que na hora que tentava apagar esse lindo arquivo do meu computador, mais uma vez a droga dessa cidade capitalista ficara sem energia elétrica.

Um parêntese aqui: esses “apagões” consecutivos que estão ocorrendo em minha casa não se originaram porque a minha família esqueceu de pagar a conta da luz. Eles estão ocorrendo quase que diariamente, e isso deve ser culpa da CEB, a empresa que administra a energia elétrica desse lugar que chamam de “capital do país”. E cada vez que chego em casa e percebo que a energia elétrica que a gente paga sem falta mensalmente não está presente, fico com muita raiva. E não é porque vou ficar sem tweetar por alguns minutos (ou horas) que fico “raivoso”. É por que eu odeio ficar arrumando o meu relógio que fica no meu Mini System toda hora, sério.

Onde parei mesmo? Ah sim, na parte em que a luz acaba pela segunda vez.

Quando vi que estávamos sem energia elétrica de novo (pra variar), quase tive um ataque do coração. Tanto é que fiquei uns 15 minutos culpando e xingando o computador, o gerador de energia daqui de casa, a CEB e o governo, achando que com isso a energia voltaria instantaneamente. Haha.

Depois desse ataque de histeria, voltando ao meu estado sóbrio, percebi que a única coisa que poderia fazer era esperar. E nada mais. E foi o que fiz: esperei, esperei, e esperei, por quase três horas. Quando enfim a energia voltou (por volta das 18h45 da tarde), liguei o meu PC e lembrei que o meu HD não estava formatado. De 300 GB, apenas 85 GB estavam livres para o uso, mesmo após de ter excluído a bendita pasta “Windows.old”.

Por causa disso, adivinhem só o que tive de fazer para conseguir limpar o meu HD? Começar tudo de novo, pela terceira vez.

Poker Face

...

É de se admirar que essas coisas só ocorram comigo. Raramente alguma coisa que vou fazer não tenha um probleminha no meio. Por exemplo, se todos os meus amigos conseguirem uma vaga num curso X gratuito por, sei lá, dois anos, é muito provável que eu seja o único a ficar “esperando a próxima oportunidade”, como já aconteceu umas 32 zilhões de vezes comigo.

Então, com a expressão do meme acima (e com muita raiva interior, diga-se de passagem), coloquei com força impressionante o DVD do Windows no drive pela milésima vez e comecei tudo de novo.

Com atenção absurda, selecionei as opções básicas do Windows e, selecionando na tela o meu HD, cliquei numa “borrachinha” em que estava escrito “Formatar”. Pelo menos dessa vez a energia não acabou, e depois de uns 20 minutos o computador estava lá, “cru” (sem drivers), mas com o HD formatado. Quase pulei de alegria ao ver nas informações do Windows que o bendito HD estava “novo”.

Até aqui, você deve estar pensando que eu já sofri o bastante somente na formatação do PC e que na instalação dos drivers e programinhas básicos tudo daria certo e se procederia rapidamente, de forma bem tranquila e feliz.

Sinto em lhe dizer que não, as primeiras partes dessa saga foram bem leves pro que eu contarei a seguir. Pra você ter uma ideia, hoje, passados seis dias após eu ter começado essa formatação, ainda não terminei de instalar os programas que quero. Tudo culpa de que alguns não suportam a arquitetura 64 bits e que eu sou preguiçoso o suficiente para não ter paciência de ficar caçando no lado obscuro da Internet versões compatíveis com o meu sistema operacional.

E também sinto em dizer que esta não é a última parte dessa enorme saga.

Mas calma, provavelmente postarei última parte (Parte V) amanhã sem falta. Pode me xingar, mas é que essa formatação foi tão “cabulosa” que é impossível terminar de contá-la aqui, na quarta parte. Além disso, eu também tenho o bom senso de limitar os posts a mais ou menos 800 palavras para não ficar tão cansativo. Viu? Não sou tão ruim assim. Então, mais uma vez:

Continua no próximo (e último da saga) post…

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