Formatando o PC – Parte I

Até onde posso me lembrar, sempre fui considerado como o “técnico de informática oficial da família”. E desde os meus 11 anos de idade sempre que algum computador daqui de casa dá um problema eu que fico encarregado de resolvê-lo. Se é um driver desatualizado, um vírus adquirido por um site de downloads qualquer ou um perigosíssimo trojan que só pode ser retirado com uma formatação completa, minha família insiste em me chamar para resolver o problema e me dar um “agrado” (nunca é dinheiro) ao invés de ligar para um técnico que só saiba pôr um DVD do Windows no drive e reiniciar o PC e que cobre um preço absurdo.

Mas antes de descobrir como resolver os problemas do PC sozinho, ou o meu computador ficava extremamente lento e quase inutilizável ou a minha irmã mais velha se encarregava da tarefa de “dar um trato no ‘bicho'”. E a ideia de ter que depender de minha querida irmã para formatar o meu PC não é tão agradável, já que quase sempre que pedia para ela fazer isso era respondido com um grande e forte “NÃO”. Ainda bem que tinha um alto poder de convencimento (será que ainda tenho?) e ela sempre aceitava o meu pedido, hehe.

E depois de formatar todos os sete computadores aqui de casa, chegou a hora de dar aquela limpa no meu bom e não-tão-velho-assim PC. Na verdade, essa formatação nem é algo tão desesperado como quando formatei os outros computadores daqui de casa. O meu PC conseguiu ficar mais de um ano bonzinho, sem nunca travar, mas decidi formatá-lo e reinstalar o Windows novamente por causa de um pequeno detalhe: a arquitetura do processador.

Provavelmente você deve estar enlouquecendo neste momento, tentando preservar todos os milhares de fios de cabelo em seus devidos lugares e se segurando para não fechar a aba/janela do seu navegador agora mesmo, já que você com certeza não deve saber que diabos é essa tal de “arquitetura do processador”. Calma, pessoa, eu vou explicar. Só quero que você tire a setinha do mouse do “X” que fecha a aba/janela e, se possível, utilize as setas direcionais do teclado para eu não correr o risco de perder um visitante à toa.

Pronto? Se acalmou? Ótimo.

Arquitetura do processador é, resumidamente, o “desenho” do processador, que é o cérebro do seu computador (agora que você já sabe o que é processador, já pode culpar alguém quando o seu PC começar a sofrer para abrir o MSN :P). Atualmente, existem dois tipos de arquitetura: x86 e x64. É mais comum encontrarmos por aí computadores que venham com um sistema operacional de 32 bits, que no caso, é o nome “chique” para x86. Computadores com sistema operacional de 64 bits (x64, se preferir) utilizam melhor o processador da máquina e, consequentemente, são mais rápidos.

Processador

E este é o "danado" do processador!

Depois dessa aula básica de informática, volto ao assunto principal do post.

Decidi formatar o meu computador quando descobri (depois de um ano e dois meses de uso do PC, diga-se de passagem) que o mesmo tinha um ótimo processador e que suportava um sistema operacional de 64 bits (que como expliquei lá em cima, é melhor e mais rápido).

“Mas pra quê um Windows mais rápido, se você só vive tweetando e blogando?” Isso é o que você pensa. Caso me conheça desde os tempos do LPTS³, deve saber que, modéstia à parte, “manjo” pra caramba de Photoshop, edição de vídeos e afins. E para fazer essas coisas, devo utilizar programas bastante pesados e que, quando abertos em conjunto com navegadores e outros programinhas mais leves, podem travar mais facilmente quando rodado num sistema de 32 bits. Com x64, eu posso ser o cara mais feliz do mundo!

Pra variar, nem tudo saiu conforme fora planejado. E eu não tô afim de contar isso agora, vai ter que esperar mais um tempinho! AHAHAHA!

Continua no próximo post…

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7 comentários sobre “Formatando o PC – Parte I

    • Realmente é um pesadelo, Alessandro, mas como já formatei PCs um zilhão de vezes nem ligo mais.

      E a última parte deste post é bem sugestiva sobre o que eu falarei na parte II… O meu backup não foi tão fácil assim….

      🙂

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